The Circus Maximus é provavelmente o disco mais estranho do Manilla (cheio de hard progressivo bem anos 70), estranho, ruim não de maneira nenhum! O primeiro impacto será ou é no vocal pois o disco é quase que totalmente dominado pela bela voz do baixista Andrew Cross que não chega a comprometer, mas é inegável que o disco seria bem mais superior na voz quase gutural se Mark Shelton, mas ele participa instrumentalmente no disco e canta, mas se limita a backing vocais e só "canta mesmo" na décima faixa Forbidden Zone que tem a cara da banda. Mas a explicação é simples: esse disco era pra ser do projeto solo de Mark Shelton (ele possui uma carreira solo prolífica), mas aí colocaram o logotipo da banda e ficou assim mesmo.
"Desde já esse blog não incentiva a pirataria. A idéia é fazer com que pessoas que não conheçam uma determinada banda e/ou música passem a apreciá-la e com isso serem mais felizes em suas vidas. Agora se você gostou de um trabalho corra e compre o disco original pois dessa forma estará ajudando os artistas/bandas a se manterem e editarem mais e mais trabalhos!"
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